domingo, 30 de dezembro de 2012

Feliz Ano Novo!

Como disse alguém... SEJAM FELIZES!
Que 2013 seja um jardim com 365 flores de sorrisos!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Desafio

   Ontem, quando a minha pequenina olhou para mim e lhe ouvi algumas palavras sérias, quando eu estava sentada na varanda a fumar um cigarro, lancei um desafio de mim para mim mesma.

"Mamã, não gosto nada que fumes. Gosto muito de ti, e também não quero que tu morras."

   Estas palavras fizeram eco nos meus ouvidos. Por isso, mal acabe a passagem de ano, esta menina vai terminar o maço de cigarros que tiver nesse dia e deitar fora o vício. Ou pelo menos tentar.
   Não é uma promessa, não gosto de prometer nada a ninguém (nem a mim) pois tenho medo de não cumprir, mas é um desafio que mereço ganhar.

sábado, 22 de dezembro de 2012

Felizzz Natal....

   Óh Natal...

   "Não importa quanto temamos as pressas, as listas de presentes natalícios e as felicitações que nos fiquem por fazer. Quando chega no dia de Natal, vem-nos o mesmo calor que sentíamos quando éramos meninos, o mesmo calor que envolve o nosso coração e o nosso lar.”

   Embora com algumas faltas de pessoas importantes, há que olhar em frente e agradecer a presença de quem ainda cá está para partilhar momentos connosco!

Um Excelente Natal a todos, que os sorrisos sejam a maior prenda!

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Distribuindo e alimentando sorrisos

    Mais um Natal, mais um projecto que abraço neste mês natalício.
   Pôr mãos à obra juntamente com uma série de pessoas empenhadas em distribuir e alimentar sorrisos a crianças necessitadas. O empenho e a união de todos os que se unem nesta iniciativa é contagiante.
   Aqui não se faz nada de especial, nada que custe, nada de soberbo, nada que cada um de nós não possa fazer. Mas o pouco para nós é para alguns muito, pois a maior parte destas crianças tem pouco mais de nada.
   Recolhem-se alimentos, brinquedos usados, roupa em bom estado de alguém que simplesmente já não a quer, que deixou de vestir, que já não está na moda, reunem-se livros já lidos. Enfim, qualquer coisa que venha de quem tem vontade de ser solidário. De quem dá em troca de um sorriso.
   Neste projecto aceita-se a contribuição de tudo e de todos para depois poder distribuir e alimentar os sorrisos mais sinceros! Os sorrisos de quem é maltratado, de quem necessita não só de bens alimentares mas também de muito afecto, carinho, dedicação. De quem procura palavras amigas, de quem dá valor a quem se importa com eles.
E isso nós temos... Temos sempre um sorriso para dar!

O melhor de tudo?
   Receber um sorriso em troca, o sorriso de quem agradece com o coração e não apenas com a boca!
   Um simples"Obrigado"... A sinceridade de quem recebe acaba por ser um presente para quem dá.
   O melhor de tudo... Sentir-me útil, provocar o sorriso e sorrir também! :)
   O sair para a rua, distribuir um sorriso e trazer muitos sorrisinhos para casa.
   Isto não se compra em centro comercial nenhum!
 
Só tenho pena que o Natal seja só em Dezembro...

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Parabéns a MIM!

Que continuo aqui, a lutar e a fazer de tudo para que a Vida me possa sorrir...

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Partidas inesperadas

   Nos últimos dois meses (praticamente), a minha presença em hospitais tem sido uma constante. Infelizmente. Sair do trabalho "a correr" para poder aproveitar alguns minutos da tua presença, e tu da minha.
   Maldita doença que não escolhe idades, chega de forma inesperada, aterrorizando família e amigos. Chega para matar quem ainda tinha uma vida para viver, quem não viveu metade do que lhe pertencia, quem sonhava ainda, quem trabalhava, quem amava, quem era bom...
   Custa perder qualquer pessoa de quem gostamos mas, inevitavelmente, sentimos a perda de uma forma mais cruel em jovens...
   Porquê? Não consigo entender...
   Por mais que, com o tempo, os médicos nos vão tentando preparar para uma perda futura de alguém que nos é especial, nunca (mas nunca mesmo) se está preparado para uma morte precoce. 
   Os médicos tentam dizer frontalmente que as hipóteses perante um tumor tão agressivo são nulas e vão-nos mentalizando porque vêem o sofrimento não só do doente mas também dos que lhes estão próximos, daqueles que, mesmo a custo, fazem questão de sorrir, apoiar, dar a mão a alguém de quem gostam, que mesmo sabendo que a situação é gravíssima pensam sempre que a esperança é sempre a última a morrer. Durante este período temos vivido dia a dia, cada minuto, sem pensar no amanhã.
  Os últimos pedidos, as últimas lágrimas, a mão dada e a tua voz "Não quero choro. Quero-te sempre a sorrir, fico de olho em ti, foste sempre uma pessoa muito especial"... Eu, que na tua presença me fiz de forte, sorri mesmo sem vontade, só porque a tua vontade era essa. Agarrei num sorriso e coloquei-o no rosto mas por dentro chorei como uma menina, nem imaginas quanto...
   Descança em paz!
   Eu sei que a vida continua, sei que não queres, mas preciso de chorar mais um pouco.
 
 
"A morte não é nada.
Apenas passei ao outro mundo.
Eu sou eu. Tu és tu.
O que fomos um para o outro ainda o somos.

...Dá-me o nome que sempre me deste.
Fala-me como sempre me falaste.
Não mudes o tom a um triste ou solene.
Continua rindo com aquilo que nos fazia rir juntos.
Reza, sorri, pensa em mim, reza comigo.
Que o meu nome se pronuncie em casa
como sempre se pronunciou.
Sem nenhuma ênfase, sem rosto de sombra.

A vida continua significando o que significou:
continua sendo o que era.
O cordão de união não se quebrou.
Porque eu estaria fora de teus pensamentos,
apenas porque estou fora de tua vista?
Não estou longe,
Somente estou do outro lado do caminho.
Já verás, tudo está bem.
Redescobrirás o meu coração,
e nele redescobrirás a ternura mais pura.
Seca tuas lágrimas e se me amas,
não chores mais."
 

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

O azul que há em mim

    Lá estava eu, exposta ao sol, de mãos dadas com a areia, com os meus pensamentos tão repentinos. Gosto de me lembrar assim. Gosto de assim permanecer a olhar em direcção ao céu. Azul.
   O céu era azulinho da cor do mar, e os dois misturavam-se cada vez que eu os olhava. Azul clarinho, uma tonalidade luzente, bonita. A mais clara que consigas imaginar. Simplesmente azul...
   Não é essa cor que te faz sonhar? Não é essa cor que te marcou um dia? Não foi essa cor que nos uniu?
   É um privilégio olhar aquela imensidão azul, respirar o ar puro, sentir a leveza da água, esperar a tranquilidade na revolta das ondas, pensar em nós e ter a capacidade de sorrir.
    De muitos dias, lembro-me de um, assim, todo azul... Lembro-me de me tocares no cabelo com as mãos molhadas do mar e me sussurrares ao ouvido: "Para onde nos atrai o azul?"
   Eu respondi com uma pergunta: "Para o inalcançável...?"
  E as tuas frases seguintes fizeram-me sentir que o mundo era todo e sempre azul. Recordo-me tão bem! "Apaixonei-me pelo teu amor ao azul, a tua transparência, lealdade e serenidade. E a felicidade é a certeza disso. Se o inalcançável costuma ser sempre azul até me custa acreditar que agora estamos aqui, juntos." Sorri, sorriste e trocámos aquele abraço, só nosso, tão sincero e tão sentido.
   Disseste-me que, exposta ao sol, com um sorriso nos lábios e com os pés no mar te fez parecer que eu tinha sangue azul. Um azul limpo, transparente e encantador. E se sempre gostei do azul, desde aí que o comecei a amar...
   É muito o azul que há em mim! ...
   Hoje foi diferente. Não me expus ao sol, o tempo não o permitiu! O céu não estava muito azul e o mar está longe.
   Mesmo assim eu precisava de ar puro, precisava de azul. E de repente, lembrei-me apenas de me sentar no banco de um jardim.
   Senti uma brisa fresquinha a tocar-me nas costas. Pude ver as árvores, pude caminhar na relva, pude ver a alegria da minha menina a brincar. Pude muita coisa, até mesmo ver um pouco do céu azul. Mas era um azul diferente, não havia mar a enrolar-se com o céu.
   O azul estava acima dos grandes prédios, e mesmo a observar torres gigantes diante de mim, nada são comparadas ao azul clarinho do mar.
    Eu quero as coisas mais simples. Eu quero o outro azul. O azul em que ambos acreditámos há algum tempo atrás. Quero o azul daquele meu sangue imaginário, o azul diferente...
   Mas esse azul existe?
   Quem me fez acreditar que o mundo era azul?
   Apenas tenho de me mentalizar que, mesmo tendo um gosto especial pelo azul, as outras cores também existem!
   Se sabia? Sabia sim. Mas preferia aquele azul que já houve em mim!

domingo, 4 de novembro de 2012

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Quando erguemos as mãos para falar...

Não é por acaso que temos só uma boca para falar e dois ouvidos para escutar.
Dois braços para abraçar e duas mãos para tocar.
Muitas vezes trocamos o sentido das coisas...
Usamos a boca, falando com as mãos.
Desperdiçamos palavras que ficam por entender.
Esquecemos do abraço.
Os teus ouvidos não me escutam....
E se não me escutam é porque detestas as minhas mãos quando falam.
E fico irritada quando não ouves as minhas frases.
É nestas alturas que desisto de te entender... e de ficar entendida!

terça-feira, 23 de outubro de 2012

E se o Amor fosse assim?

"O amor é paciente, é bondoso; o amor não arde em ciúmes, não se orgulha, não é soberbo, não se porta com indecência, não busca seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal. Não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade; tudo tolera, tudo crê, tudo espera, tudo suporta..."

Era bom, não era? Assim escrito parece fácil amar alguém.

Qualquer descrição de Amor nunca é exactamente o que se lê.
Embora gostassemos que fosse!

O amor é torto, quando o queremos escrever, não o sabemos fazer. 
É estranho, porque quando o amor fala, parece que mente. Mas quando se cala, parece que se esquece... mesmo que não se minta, e muito menos se esqueça!

sábado, 20 de outubro de 2012

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Falar para o boneco!

   A quem não aconteceu ainda?
   Se há coisa que me tira do sério é realmente... falar para o boneco!
 Que nervossssssssss!
 Qual de nós é que ainda não teve aquela sensação louca de desbobinar sem parar? Necessidade de, a todo o custo, fazer com que a outra pessoa ouça tudo o que temos engasgado na garganta e que se explique por alguma situação...
   E quando notamos que não nos querem ouvir? Quando trancam os ouvidos de forma a que as nossas palavras (aparentemente) não entrem?
   Isto acontece muita vez mas depois, pimba! Chega aquela altura em que a única alternativa é lançar umas indirectas ao ar, na esperança de serem mais certeiras! E são... mesmo que façam de conta que não nos ouvem!
   Irrito-me, falo para o boneco, mas tenho a certeza que à volta do boneco há ursos e víboras a ouvir. :)
   Na falta de opção faço isto, é que engasgada não consigo mesmo ficar, ou ouvem a bem ou ouvem à força... mesmo que não me respondam, o escutar é com certeza usado :P.
   É assim que alivio a garganta. No fim de contas, apesar da irritabilidade que se instala em mim, tiro partido desta conversa só minha e do bonequinho que apenas ali está, estático.
   E é claro que falar para o boneco não é de todo mau! Senão vejamos: não fará mais sentido conversar com um boneco do que dialogar com algumas pessoas com quem somos obrigados a falar?

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Bailado de Palavras

As palavras também dançam.
Entrelaçam-se, sejam escritas ou faladas.
Juntam-se as letrinhas em pares e começa então o bailado.
Podem dançar num simples papel ou na mais bonita boca.
Coloco sapatinhos nas letras e atiro-as para o palco.
Depois olho à volta.
Há quem aplauda a dança,
Há quem a olhe apenas.
Há tanto quem critique!
Há quem se reveja nas letras da mais simples dança de palavras.
Páro, ouço o movimento das letras, olho as frases.
Bebo da força que as palavras exercem em mim.
Dançar é usar as cores do arco-íris embrulhadas numa só alma.
E só me apetece perguntar:
Queres, com as letras que tens nas mãos, dançar comigo?

domingo, 23 de setembro de 2012

Nós por cá!

     Nós por cá temos mesmo "coisas giras".
  
   Andam os Senhores e Senhoras operadoras de telemóveis a impingir 4G a esta gente "burra" quando nem mesmo 3G funcionam bem em algumas zonas da cidade.
   E quando nos deslocamos às aldeias? É mesmo o caos, é um delírio enorme manter uma conversa direitinha... Ai como me arrependo logo de ter gasto tanto dinheiro num equipamento.
   Rede? Só de pesca e é quando vejo o mar!
   E a banda larga? Larga onde?
  
Neste país vende-se mesmo gato por lebre!

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Influências

   Quer queiramos, quer não, as nossas vivências passadas, as nossas memórias e até tudo o que já sonhámos até hoje, fazem com que seja vincada a nossa personalidade, fazem com que influenciem a forma como lidamos com os outros, a forma como falamos e até a forma como escrevemos.
   É na forma como escrevemos que nos apercebemos em como os outros são importantes para nós, afinal escrevemos a pensar em alguém, na maioria das vezes. E mesmo quando não escrevo nada, rabisco palavras no silêncio!
   Escrevemos na alegria mas mais facilmente se escreve na dor e no vazio. E quando escrevo no vazio é como se escrevesse com tinta preta num papel escuro. Tu não lês mas eu sinto tudo e tudo leio. Escrevo pessoas, escrevo-as no espaço, escrevo-as nos sonhos.
   Aprende-se muito a escrever o que não é lido por outros, como a subentender o que não está escrito.
   Sabe bem escrever naqueles espaços escuros da memória. Aprende-se muito quando conseguimos enxergar mais do que aquilo que conseguimos escrever e mais do que aquilo que os outros nos querem mostrar. E falo por mim...
    Porque na escuridão também se faz luz. Porque até no vazio está sempre alguém connosco.
   No vazio pode haver um cantinho acolhedor, é aquele sítio onde ninguém entra sem que nós queiramos, é onde podemos guardar os sentimentos mais secretos.
   E enquanto houver um lugar vazio, é sinal que o podemos encher um dia, é sinal que temos espaço para lá guardar memórias, guardar pessoas, guardar palavras, e mais do que isso até, podemos guardar os nossos sonhos... os que ainda não se realizaram e aqueles sonhos que já foram reais mas que por enquanto não os conseguimos ter de volta...
   Por isso sonhamos de novo! Todas as vezes que forem necessárias...

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Despedidas

O único encanto de uma despedida é a pureza de uma lágrima a cair, posteriormente suprimida com um beijo...


terça-feira, 4 de setembro de 2012

Alguém é servido?


» De comer areia?
 
» De beber água do mar?
 
» De beijar as conchinhas?
 
» De piscar o olho ao sol?

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Fire & Ice

Não é qualquer fogo que consegue derreter um cubo de gelo...
Mas também não é qualquer gelo capaz de apagar um grande fogo!

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

A_Gosto

Agosto é ao meu gosto!

Gosto que estejam por perto aqueles amigos que durante o ano estão físicamente ausentes, gosto de ter debaixo dos olhos aquela família que amo e me adora.

Gosto de lhes ver os sorrisos, gosto que me sorriam.

Gosto das noites na esplanada a comer caracóis e a beber cerveja.

Gosto das noites de festa a dançar, gosto dos sábados!

Gosto do riso, do sorriso, das gargalhadas, das piadas, das lágrimas de saudade. Gosto deles!

Gosto de lhes ouvir dizer palavras mesmo que não queiram dizer coisa nenhuma.

Gosto de lhes sentir o toque, gosto do beijo, gosto da presença.

Gosto que eles gostem de cá estar, de estar comigo, de estarmos juntos.

Gosto de relembrar amizades, momentos e pessoas que connosco conviveram.

Gosto de falar da infância, das palermices que fazíamos. Gosto de falar das coisas de agora e do que ainda está por fazer.

Gosto simplesmente de saber que estão aqui.

Para mim, assim é A_gosto!

terça-feira, 21 de agosto de 2012

A pontuação (...) ! ?

Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta, escreveu isto:
“Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres”

Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava ele a fortuna?

Eram quatro concorrentes, que fizeram as seguintes pontuações.

» O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

» A irmã chegou em seguida. Pontuou assim:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

» O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa para a sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

» Aí, chegaram os pobres da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.

Moral da história: Assim é a vida, pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras.

Nós é que fazemos a pontuação. E isso faz toda a diferença!

   Na minha vida, coloco a pontuação como eu quero...
   Pode não ser a pontuação certa, naquele momento. Mas é aquela pontuação que na altura me parece acertada.
   Sei que faço como a maioria: interpreto, muitas vezes, como me convém...
   A interpretação também pode não ser a mesma, se para uma pessoa é "x", para outra pode ser "y".
   É como quando temos um copo meio, com uma bebida qualquer; pode sempre haver duas interpretações: o pessimista dirá que o copo está meio vazio, o optimista dirá que ele está meio cheio.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Faz hoje aninhos...

...A menina do sorriso mais lindo!
O sorriso que todos os dias me faz sorrir. :)
A quem quero ver sempre feliz...
És tu quem me faz a pessoa mais completa,
E mais especial do mundo.
Como é bom existires!
Como é bom mimar-te e amar-te!
___#___

"Sorriso audível das folhas,
Não és mais que a brisa ali.
Se eu te olho e tu me olhas,
Quem primeiro é que sorri?
O primeiro a sorrir ri.

Ri, e olha de repente,
Para fins de não olhar,
Para onde nas folhas sente
O som do vento passar.
Tudo é vento e disfarçar.

Mas o olhar, de estar olhando
Onde não olha, voltou;
E estamos os dois falando
O que se não conversou.
Isto acaba ou começou."
  Fernando Pessoa


 

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

O comboio

   Hoje olhei um comboio de forma diferente. Tantas vezes que já os vi passar mas hoje não o olhei da mesma forma.
   Costumo olhá-lo de forma banal, simplesmente porque me passa em frente aos olhos... mas hoje não. Fiquei parada a vê-lo passar, estagnei por momentos e veio-me a lembrança de quando, nas férias de verão, os meus pais me iam levar à estação e eu lá seguia para umas boas e merecidas férias com os meus primos. Fiquei a lembrar-me de como era quando entrava num comboio, das viagens que fiz nele, algumas sozinha, outras acompanhada.

   Viajar de comboio era transportarem-me, ou transportar-me noutro mundo. Uma viagem fascinante onde imaginava e idealizava os meus sonhos de menina, onde lia livros, onde recordava, onde conversava com quem ali estava também, onde ria e onde me dava vontade de chorar, onde olhava calmamente a natureza por entre os vidros, onde via as árvores correr!

   Um comboio serve para muito, não serve apenas para transportar passageiros e mercadoria ao destino escolhido... Serve para pensarmos nas pessoas que amamos, no tal sorriso inesquecível, num abraço apertado. Serve para ouvir apenas uma música, sentir até a barriga tremer...

    Desde os meus 18 anos que não entro num comboio. Tirei a carta de condução e esqueci-me de voltar a estas viagens...
   Hoje apercebi-me que tenho saudades de o fazer, saudades de me sentar num daqueles enormes bancos, ouvir uma música de olhos fechados e deixar que essa mesma música me embale os pensamentos...

  Um dia destes enfio-me num, pode até ser uma viagem curta. Sem destino!
  É apenas para sentir aquele trepidar na barriga. :)
  E só porque gosto e quero!

domingo, 29 de julho de 2012

Na falta de praia...

Água fresquinha e Ar Puro!


Às vezes temos tanta coisa e o que precisamos mesmo... é de Respirar!

sexta-feira, 20 de julho de 2012

A vida é tanta vez assim...

Acontece-me muitas vezes fazer intervalos para olhar o sol
 Enquanto procuro um sítio escuro para descansar.
Quando durmo na escuridão da noite
Procuro, olhando a janela, a luz da lua. 

Se me levanto e rio sozinha, posso cair muita vez!
 Mas enquanto só, num chão deslizante
Ganho forças para me erguer novamente.
 Sinto-me pequena com a necessidade de ser maior,
 Depois cresço mas quero voltar às brincadeiras de antigamente!

  Peço coisas que deito fora... 
Mas quando essas coisas me saem do alcance
Imploro para que simplesmente voltem. 
É quando me atraso que consigo ser mais rápida.
E quando corro atrás de algo dá-me vontade de olhar para trás
Para ter a certeza de que não perdi nada.
 
Vivemos a fazer coisas como se morressemos amanhã,
E um dia quando morrermos
Não vamos poder fazer mais nada!
A vida é confusa mas não a podemos abandonar. Afinal é a nossa vida!

Assim sendo...
Porque é que, incessantemente, temos vontade de a transmudar!?

sexta-feira, 6 de julho de 2012

A Montanha Russa

   É com muito gosto que acabo de ler este livrinho. Um livro cheio de sentimentos, de fácil leitura para todos. Palavras tão bem escritas por ti, Vasco.
   Agradeço-te a partilha e divulgação do livro, agradeço as palavras e a amizade que temos.
   Desejo-te tudo de bom pois bem mereces, desejo-te tantas vendas como sorrisos!
   E quando escreveres o próximo, já sabes: avisa-me!
 
   Aproveito o blog para fazer um pouco de publicidade e aconselho a quem goste de ler que compre esta relíquia. :)
 
"Ninguém conhece o seu caminho.
Não há ninguém que possa dizer que sabe o que aí vem. Pedro não é diferente. O Destino vai provar-lhe isso mesmo. O seu Amor, as suas crenças, a sua pessoa, tudo o que conhece será posto à prova, enquanto se aventura no novo caminho que é obrigado a percorrer, com todos os altos e baixos que a vida se encarrega de lhe entregar para que... aprenda! 
Uma grande viagem que muitos de nós já tiveram a coragem de fazer, que levará um Homem até onde nunca pensou poder chegar."

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Curioso...

   As pessoas ouvem muito bem tudo o que dizemos de errado. Mas quando dizemos algo assertivamente, que não querem ouvir, ou então se pedimos perdão, subitamente sofrem de surdez...

   Saber ouvir é uma das nossas maiores dificuldades.
   O problema é que pensamos e falamos mais rápido do que ouvimos, o que, por vezes, provoca reacções erradas porque o outro pode ainda não ter concluído o seu raciocínio.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

O Solzinho veio para ficar e o meu blog precisa de cor...

E deu-se o momento em que esbarrei nesta foto e tive de partilhar... não fossem o Azul e o Preto as minhas cores favoritas. :) 
 

Mas quem é que consegue escolher? 

domingo, 3 de junho de 2012

As Mães e as Garotas

    É engraçado constatar que mesmo quando chegar aos 100 anos a minha mãe ainda me vai chamar de garota.
   Tenho passado umas semanas difíceis, aparentemente um simples problema de saúde originou outro (s) mais complexos (eu cá tinha a minha ideia que entrar nos trintinhas não ía abonar a meu favor), pelo que ligar o pc tem sido uma vez por semana, só mesmo para dar sinal aos amigos de que estou viva! Estou já em "Recovery mode".
   A minha mãe é que é sempre a mesma coisa, por mais que, ao telefone, lhe dissesse que estava bem... acabou por fazer quase 2000 km para se vir certificar com os seus olhinhos que a filha não estava a mentir para ela não se preocupar.
   E quando a questionaram o porquê de ter vindo apenas um fim-de-semana, lá vem a célebre frase:
   "Vim ver as minhas garotas!"
   "Garotas? Tens umas mulheres já!" Disseram-lhe...
   "Para mim vão ser sempre as minhas garotas! Nunca as vi como mulheres..."

   É curioso que a minha mãe sempre tenha sido assim, uma mãe galinha com as garotas debaixo da crista. As garotas às vezes passavam-se e detestavam tanta "galinhice" junta (lol). Mas hoje sabe bem, sentir-me garota e sentir-me importante para quem me é tão importante, também!

   Continuo a ser aquela menina que nunca cresceu, ou se cresceu ela não quis reparar!
   Ás vezes, quando me trata como garotinha, pergunto-lhe em tom de brincadeira: "Mãe, sabes como fiz a tua neta, não sabes?" :)
   Ela sorri e ignora a pergunta. Coisas de mães... galinhas.
  

segunda-feira, 21 de maio de 2012

A cor dos dias

Há dias que se vestem de negro,
Levam palavras nas entrelinhas,
Coisas que se vão perdendo
Em algumas histórias minhas.
Palavras que calo pois assim tem de ser,
Caem folhas secas no chão,
Dançam outras no ar,
Retratam-se palavras na escuridão...

E quando os dias se vestem de branco
Reflete-se a luz num sonho que seduz,
Nascem novas palavras amantizadas em momentos,
Faz saltar aos meus olhos o branco do algodão,
Sinto todos os meus felizes ecos...
Faço cantar e dançar os sentimentos. Gosto...

Gosto dos dias claros.
 Gosto da luz, da claridade na noite.

E o amanhã, que cor terá?

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Ser Mãe é maravilhoso!

Porque ontem foi o Dia da Mãe não podia deixar de escrever alguma coisa...
Ser Mãe é não ter explicação para o sentimento mais bonito.
Ser boa Mãe (ou tentar ser) é ter tido uma Mãe melhor do que aquilo que eu possa ser...
Ser Mãe é amar 9 meses uma "pessoinha" que já te é tudo mesmo sem lhe ter visto o rosto.
Agradeço à minha Mãe, a Mãe que estou a ser, e se conseguir ser para a minha Princesinha metade do que a minha Mãe foi para mim, tenho a certeza que já sou muita coisa!

Obrigada Mãe, por tudo o que sou, porque nos momentos mais difíceis és tu que sempre estás, porque no pior momento da minha vida foste-me tudo!
Porque sem ti não estava aqui!
Porque, se consegui que a minha Filha aqui estivesse, foi porque te tive sempre presente.
Tenho muito orgulho em ter conseguido, tenho orgulho em mim, porque te tive a ti! :)
Tantas noites sem dormir para que Ela aqui esteja,
Oito meses de sofrimento, com o coração sempre em sobressalto.
Alturas em que me apeteceu mesmo desistir, porque o cansaço era demais.
E hoje, olhar para trás é sorrir, porque tenho a menina mais linda que alguma Mãe pode sonhar! :)
E ouvir de uma Pediatra "Parabéns, não é qualquer Mãe que luta assim, nem eu pensei que fosse possível superar tudo sem a operação" deu-me um alento enorme e deu-me a certeza de que fiz tudo o que podia fazer!
Porque ser Mãe é "apenas" amar com toda a força, mesmo com aquela força que nem sonhamos que possuímos...

sexta-feira, 4 de maio de 2012

"As palavras são anões, os exemplos são gigantes"


   Infelizmente há pessoas que gostam mais de ser gigantes nas palavras e anões nos exemplos! Teimam em parecer aos olhos alheios, verdadeiros gigantes, mas na realidade não passam de reles anões!
   De que valem bonitas mas falsas palavras? De que vale aparentar ser o que não se é? De que vale confiar em gigantes que não passam de seres pequeninos em atitudes, quando de grande só mesmo a mentira. Tanta máscara para quê? Toda a máscara cai um dia...
   Quando descobrimos que um gigante nos mente sentimo-nos pequeninos no meio de tanta mentira. Sinto-me tão burra em acreditar nos outros que me sinto eu a transformar num reles anão.
   Detesto a mentira! É das piores coisas que me podem fazer. E fico triste quando confio em alguém que olho de baixo para cima, admirando a sua grandiosidade e depois...Pufff... vem a descoberta da merda da grandeza que possuem. Que desilusão!
   Dou de mim o meu melhor sorriso e as minhas palavras mais verdadeiras, e dos outros recebo muitas vezes hipocrisia e falsas tretas.
   Prefiro mil vezes descobrir alguém verdadeiramente imperfeito mas perfeitamente verdadeiro do que lidar com gigantes com sorrisos falsos. Prefiro uma verdade que magoe do que uma mentira que me faça sorrir!
   Pela ignorância enganamo-nos, e pelos enganos aprendemos! Engano-me tanta vez que fico sempre na dúvida de saber se o problema é meu ou dos outros, mas continuo a aprender... 
   Espero que ainda existam pessoas que me achem única e merecedora de uma verdade perfeita. Quanto a ti, ainda vais querer cruzar-te com alguém verdadeiro, e se achares que sou eu, cuidado, muito provávelmente, já és tão anão aos meus olhos que nem sei se te conseguirei ver...

   Hoje tirei o dia para passear com a menina do sorriso mais lindo e vou aproveitá-lo como se na vida não existissem gigantes nem anões... muito menos máscaras!
   Vou fazer de conta... e vou dar-lhe o meu maior sorriso, porque ela merece tudo de bom que eu tenha para oferecer.
    Bom dia a todos!  


domingo, 29 de abril de 2012

Este fim-de-semana foi assim...






Um sábado » Um dia frio, metade sol e metade chuva » Quase 200 loucos num passeio pedestre até ao Piódão » Uma subida até aos 1363 metros » Fantásticas paisagens com uma beleza indiscritível » 7 horas a andar continuamente » Amigos que adoro » Mas... Mil ossinhos partidos hoje!!

Precisa-se massagista, Urgente!

terça-feira, 24 de abril de 2012

Rebarbados

   Nao tenho nada contra os Homens que trabalham na construção civil: trolhas, pedreiros e afins. Acho que é um trabalho honesto, como outro qualquer!
   Mas alguém me explica porque é que são tão rebarbados??? Cumprem à regra a imagem que lhes é preconcebida... dasssssssss!

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Piadinhas

Tenho uns amigos muito engraçados, com umas piadinhas muito giras.Hoje um deles enviou-me uma mensagem que me fez gargalhar. Aqui vai:

"Vende-se Renault Clitóris de 16 vulvas, masturbo com erecção assistida, bicos eléctricos, cona rotações, mamabags para condutor e passageiro e jantes de picha leve."

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Conversa sobre cegonhas...

- Mamã, é verdade o que a C. disse? Que os bebés vêm da viagem das cegonhas?

- Não, minha amorinha, não é assim...

- Eu também não achei, mamã!

- Então porquê, filhota?

- Porque não pode ser. Se a cegonha voa no céu pode deixar cair os bébés e Jesus não quer que caiam porque se cairem não vivem porque são muito pequeninos, dahh!


(A minha pestinha, disse "dahh" !?)

terça-feira, 10 de abril de 2012

Saudade...

... de que seja Aqui!

(Uma pesquisa revela que 71% dos portugueses já fizeram sexo no carro.)

sábado, 7 de abril de 2012

Desejo-vos uma Páscoa 5 Estrelas!

Não importa se os ovos vêm da galinha ou do coelhinho,
Não importa se há chocolates e amêndoas.
Importa o importante: que a Felicidade e o carinho estejam presentes sempre que precisamos...
Boa Páscoa a todos.  ;)**

domingo, 1 de abril de 2012

Gosto do Silêncio

   Gosto quando o silêncio vem devagarinho e pincela os meus momentos  transformando aquela algazarra a que estou habituada numa tela de paz perfeita.
   Agrada-me quando parece que o mundo pára, quase que pareço uma pequena pena que descansa do mundo e se encontra apenas na sua leveza.
   Necessito dos meus momentos zen para que as minhas velhas ideias se organizem e para que novas ideias possam brotar.
   Gosto de me refugiar no silêncio. Nele habito muita vez, não porque esteja necessáriamente triste, mas porque preciso mesmo de me encontrar, pois com os outros em meu redor não consigo.
   Construo paredes imaginárias à minha volta só para usufruir do meu silêncio.
   E sabe-me tão bem quando o silêncio me envolve...
   É, sem dúvida,  um silêncio comedido mas que me diz tanto!

sexta-feira, 30 de março de 2012

Hoje foi um daqueles dias em que fiz tudo sem fazer nada...

   Levantei-me. Tomei banho e desandei... Cheguei e disse "Olá, bom dia". Irritei-me com a estúpida recepção. Levei sermão cantado nem sei porquê. Não me apeteceu fazer nada. Cansei-me. Esqueci-me de almoçar. Fugi para apanhar ar. Peguei no carro e não sei por onde andei. Intoxiquei-me com tabaco. Escrevi a ver se a inspiração saía. Nada de uma boa escrita, só me saem disparates. Tomei 6 cafés. Aturei o azedume do chefe. Mandei-o para o ca**lho, em silêncio, quando me apetecia gritar! Deixei atolar papéis na secretária. Fiz má cara aos clientes. Corri em andamento. Outro e outro cigarro, hoje apetece-me. Comprei o jantar já feito e não jantei. Dei um pontapé na porta da entrada. Atirei os sapatos ao ar. Pintei as unhas de negro. Atirei pedaços de gritos mudos pela janela. Liguei para quem não devia. Fui dormir  e não dormi...

quarta-feira, 28 de março de 2012

Quem é que se lembra dos Push-Pop e dos Pega-Monstros?

   Neste último  fim-de-semana não tive muito que fazer, aproveitei para revoltear uma caixinha de recordações, encontrei fotos dos tempos de miúda e surgiu a lembrança e saudade de tempos divertidíssimos em que comia push-pop com os amigos e brincava com os pega-monstros.
   Aquela alegria que havia nos verões da década de 90, aquela simplicidade e inocência nas brincadeiras e a graça que achávamos àquilo. :)
  O rebuçado chamado push-pop ficava armazenado num cilindro que tinha uma tampinha parecida com as tampas das canetas, e nós empurrávamos com o dedo e aquilo subia para depois se chupar o bombom (ficou um pouco pornográfica esta frase, mas era assim que funcionava). Tinha alguns sabores, o meu preferido era o roxo, de amora/frutos silvestres. Lembro-me bem da publicidade que passavam na altura na televisão "Puxa o push-pop!".
     E dos pega-monstros, quem se lembra dos pega-monstros? Aquela massa gelatinosa com propriedades interessantes que saía nos pacotes das batatas fritas, que depois moldávamos. Eram atirados à parede, às pessoas, ao que calhasse. No fim de comermos as batatas, claro.
   Os cromos dos rapazes atiravam os pega-monstros ao cabelo das meninas e lá ficávamos nós com aquela coisa gelatinosa agarrada aos cabelos, tudo só para nos irritar.
   Hoje em dia nada é igual. As crianças não sabem brincar, há falta de coisas simples, de inocência, de um convívio verdadeiro, de saber brincar e de saber partilhar.
   Já não vejo meninas a jogar ao elástico nem rapazes a jogar ao berlinde.
  Gostava de reviver estes tempos outra vez, nem que fosse só um dia. Recuava no tempo em que éramos crianças felizes e sabíamos o significado da partilha e da amizade... mas mesmo não voltando atrás no tempo, é bom saber que podem passar mil anos, que mesmo assim nunca se apagarão estas boas recordações.
  

quinta-feira, 22 de março de 2012

O que diz uma pestinha quando conhece o patrão da mãe?

"Eu não gosto de ti porque é por tua causa que a minha mamã nunca está em casa e não tem tempo para me comprar as bonecas todas."

segunda-feira, 19 de março de 2012

Ao meu querido Pai

    Neste dia, como em todos os outros, estás no meu pensamento. Tenho saudades!
   O facto de não estar na tua casa, mesmo sentindo que ainda é o meu lar, o não acordar com a tua voz doce para ir almoçar, o chegar à mesa e olhares para mim com os teus brilhantes olhos azuis, a sorrir para mim e dizeres: "Oh filha levas uma vida de princesa mas é tão bom ver-te acordar feliz!" deixa-me saudade...
   É verdade, ao teu lado, ao lado da mami, fui e sou tudo isso...e por mais anos que possam passar este sentimento de saudade de não estar contigo em casa será sempre o mesmo. Na minha casa tenho obrigações e não sou princesa todos os dias. Tenho um lar, uma família linda, mas adoro ser princesa quando estou contigo.
   Tu, que abdicaste do nosso País, onde te sentes bem, para me dares uma vida melhor.
   Tu, que trabalhaste dia e noite pela tua família.
   Tu, que és mais do que um simples Pai.
   Tu, que és lindo.
   Tu, que és o meu orgulho.
   Tu, que és um exemplo de Homem.
   Tu, porque és tu, e não há ninguém igual a ti!
   Papá, por tudo o que sou, por tudo o que foste e és para mim, só posso dizer:
 AMO-TE MUITO E QUERIA-TE AQUI! SÊ FELIZ NESTE DIA E EM TODOS OS OUTROS DIAS...

quinta-feira, 15 de março de 2012

Mais que um Beijo!

  Hoje acordei com uma marca no pescoço e fui trabalhar sem me aperceber! Uma colega minha fez questão de me avisar e entretanto alertou os colegas também. (Que querida!)
   Olha que coisa, se soubesse tinha enrolado um cachecol ao pescoço ou vestido uma camisola de gola alta. Bem sei que já passei a fase de menina adolescente, mas sinceramente continuar menina não é nada que me desagrade, e ser beijada desta forma é bom e se fiquei com marca, paciência. Assumo que gosto destes beijos mais intensos, deixam marca mas sabem tão bem. É claro que não é agradável mostrar aos outros uma marca de um momento bem passado, mas o corpo é meu, faço dele o que eu bem entender! E é tão bom sentir-me adolescente, brincar, ser uma criança, mesmo que já grandita. Rio-me dos disparates... Depois resta-me então aquela parte em que tenho de "levar" com os outros no dia seguinte. Fiquei um pouco incomodada, é verdade, mas...tudo faz parte da Vida.
  Contudo, tenho plena consciência de que devemos ter cuidado com os tão famosos chupões. Dizem que provocam cancro na pele. Sinceramente não sei se não será um mito, mas o certo é que há algum tempo li num artigo que uma mulher na Nova Zelândia teve paralisia no braço depois do seu namorado lhe ter sugado o pescoço com beijos loucos. O exagero provocou um problema numa artéria, causando um derrame.
   Beijem-se, tudo pode ser permitido, mas sem exageros...
   Eu admito que adoro que um homem me beije assim. Gosto, e sou livre para gostar do que eu quiser.